Inquérito, prisão em flagrante, audiência de custódia, habeas corpus e processo criminal exigem uma defesa técnica desde o primeiro momento. Aqui você encontra explicações claras sobre cada fase e sobre os direitos de quem é investigado ou acusado.
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Posso ficar calado na delegacia? Sim. O direito ao silêncio está na Constituição e o silêncio não pode ser usado como prova de culpa. Ainda assim, a melhor conduta depende do caso, e vale conversar com advogado antes do depoimento.
O momento mais indicado para procurar um advogado criminalista costuma ser o mais cedo possível: ao receber uma intimação da delegacia, ao saber que existe um inquérito em andamento ou, claro, logo após uma prisão. Quem chega sozinho a um depoimento sem saber o que pode ou não ser dito corre o risco de produzir provas contra si mesmo sem perceber.
A Constituição garante o direito de permanecer em silêncio, o direito à assistência de advogado e a presunção de inocência, que significa que ninguém é considerado culpado antes de uma sentença definitiva. Esses direitos valem desde a fase de investigação, e a advogada pode acompanhar o depoimento, ter acesso aos autos e orientar a pessoa sobre o que fazer.
O inquérito é o procedimento em que a polícia reúne informações para saber se houve um crime e quem seria o autor. Ele não é um processo: ainda não há julgamento. Mesmo assim, o que fica registrado ali pode embasar uma denúncia do Ministério Público e orientar todo o caso depois.
Na prática, a defesa pode pedir cópia dos autos, indicar testemunhas, apresentar documentos, requerer diligências e, quando for o caso, questionar a legalidade de uma prova ou de uma medida. Cada situação pede uma estratégia própria, e nem sempre falar é o caminho mais prudente.
Quando alguém é preso em flagrante, a prisão precisa ser comunicada ao juiz, e a pessoa deve ser apresentada em audiência de custódia em prazo curto. Nessa audiência, o juiz verifica se a prisão foi legal, se houve violência ou abuso e decide entre manter a prisão, relaxá-la, conceder liberdade provisória ou aplicar medidas cautelares, como comparecimento periódico em juízo.
A presença do advogado é essencial nesse momento, porque é ali que se discutem pontos como residência fixa, trabalho, vínculos familiares e ausência de risco para o processo. Familiares podem ajudar muito reunindo comprovantes e documentos pessoais do preso, e entrando em contato com a advogada assim que souberem da prisão.
O habeas corpus é um instrumento previsto na Constituição para proteger a liberdade de locomoção quando alguém sofre ou está na iminência de sofrer prisão ilegal ou abuso de poder. Pode ser usado, por exemplo, contra uma prisão sem fundamento adequado, contra um excesso de prazo ou contra uma ordem que viole direitos básicos.
Ele não é uma solução automática nem substitui a defesa no processo. A análise depende dos documentos, da fase em que o caso está e da fundamentação da decisão questionada. Por isso, quanto mais completas forem as informações que a família levar, mais objetiva será a avaliação inicial.
Se o Ministério Público apresenta denúncia e o juiz a recebe, o acusado é citado para responder por escrito. Seguem-se a instrução, com testemunhas e provas, o interrogatório, as alegações finais e a sentença. Também existem possibilidades como acordo de não persecução penal, suspensão condicional do processo e recursos, que dependem do tipo de crime e das circunstâncias.
Nenhum advogado sério pode prometer absolvição ou determinado resultado. O que a defesa técnica oferece é a verificação cuidadosa de provas, prazos e nulidades, o respeito às garantias do acusado e uma explicação honesta, passo a passo, sobre os riscos e as alternativas em cada fase.
O escritório recebe com hora marcada no bairro Vilar dos Teles, em São João de Meriti, e também atende online em todo o estado do Rio de Janeiro, por WhatsApp e videochamada, com procuração assinada digitalmente. Para casos urgentes, como uma prisão recente, o contato pelo WhatsApp permite organizar rapidamente as informações essenciais. Tudo o que for relatado é protegido por sigilo profissional.
Sim. O direito ao silêncio está na Constituição e o silêncio não pode ser usado como prova de culpa. Ainda assim, a melhor conduta depende do caso, e vale conversar com advogado antes do depoimento.
É a apresentação da pessoa presa a um juiz, em prazo curto, para verificar a legalidade da prisão e decidir se ela continua presa ou responde em liberdade, com ou sem medidas cautelares.
Qualquer pessoa pode impetrar habeas corpus em favor de outra, mas é a petição bem fundamentada e documentada, feita por advogado, que permite ao juiz ou tribunal analisar o pedido com segurança.
É recomendável. Na investigação já se formam provas e se tomam decisões que influenciam a denúncia, e o advogado pode acompanhar o depoimento e acessar os autos.
Sim. Para situações urgentes, como prisão em flagrante, medida protetiva, negativa de tratamento ou internação, o escritório mantém plantão 24 horas pelo WhatsApp. Envie uma mensagem resumindo a situação.
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